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segunda-feira, 11 de novembro de 2013



A dama do achaque abre o jogo

Investigações sobre o pagamento de propina a auditores avançam e se aproximam do ex-prefeito Gilberto Kassab. Vanessa Alcântara, testemunha-chave do escândalo, conta os bastidores do esquema e dá detalhes da vida de luxo que levava ao lado de um corrupto

Alan Rodrigues
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ELA CONTA TUDO 
Ex-mulher do fiscal envolvido no esquema diz que levava 
uma vida de madame à custa do dinheiro da corrupção
  
A investigação sobre o escândalo do pagamento de propina a auditores fiscais da Prefeitura de São Paulo, operado por grandes incorporadoras em troca de desconto no recolhimento de tributos, subiu alguns andares na semana passada e chegou à porta do ex-prefeito Gilberto Kassab. Em conversas telefônicas interceptadas pela polícia, com autorização da Justiça, um dos auditores fiscais do esquema afirma que o secretário e o prefeito com quem trabalhou “tinham ciência de tudo”. Para quem investiga o caso, a revelação do diálogo entre os fiscais não foi nenhuma novidade. No dia 6 de setembro passado, a testemunha-chave da investigação da quadrilha, Vanessa Alcântara, ex-companheira de Luís Alexandre Magalhães, um dos quatro fiscais presos, revelou à Corregedoria-Geral do Município (CGM), ao Ministério Público Estadual e à polícia como o grupo do ex-marido operava. Ela entregou também uma pasta recheada com 150 folhas de documentos,que comprovavam a participação do ex-companheiro no esquema de fraude no recolhimento de tributos e gravações que revelaram os bastidores do esquema. A denúncia de Vanessa, movida por um desejo de desforra contra o ex-companheiro, foi fundamental para os investigadores fecharem o cerco sobre os fiscais. “Eu alertei os investigadores sobre quem era quem. O grupo não sabia que estava com os telefones grampeados. Contei que o Luís Alexandre tinha horror à cadeia e que o monitorassem com muita atenção, pois ele sempre disse que iria denunciar todo mundo se um dia o esquema ruísse”, disse Vanessa em entrevista à ISTOÉ.
“Ele mantinha um boneco do Al Capone sobre a mesa.” “Eles operavam 
na gestão Kassab.” “Ele sempre dizia que, se um dia o esquema ruísse, ele seria o 
primeiro a entregar todo mundo.” “Foi uma aflição ficar tanto tempo em silêncio”
Diante das investigações e dos depoimentos de Vanessa, Luís Alexandre resolveu fazer uma delação premiada. Ou seja, topou fornecer informações sobre a máfia da qual fez parte em troca da redução de sua pena. Ele levava uma vida de magnata ao lado de Vanessa. Ela relembra passeios de iate, jantares caríssimos regados pelos melhores vinhos e fins de semana em luxuosos hotéis. A proximidade fez com que a ex-companheira se familiarizasse com a maneira de agir dos integrantes da quadrilha. Vanessa contou que ela e Luís Alexandre sentavam-se no tapete de casa, espalhavam a dinheirama da propina e separavam em pacotinhos iguais para os quatro integrantes do esquema. 
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Nos últimos dois meses, ela refugiou-se no silêncio. Nesse tempo, ela manteve conversas com integrantes da máfia fazendo uma espécie de jogo duplo. “Simulei pedidos de carros. O grupo discutiu a ‘compra’ do meu próprio bebê, enfim, tudo para comprar meu silêncio”, revela Vanessa. “Se deram mal. Comemorei a prisão deles como um gol”, diz. A fraude na arrecadação dos impostos, que consistia no pagamento de propina em troca de abatimento para construtoras em taxas como o ISS, provocou um prejuízo de cerca de R$ 500 milhões nos cofres públicos. Pelo menos cinco secretarias estariam envolvidas: Cultura, Meio Ambiente, Subprefeituras, Finanças e Habitação. Nas gravações interceptadas pela polícia, com autorização da Justiça, o subsecretário da Receita na gestão Kassab, Ronilson Rodrigues, um dos apontados por Vanessa de participar do esquema, reclama com a auditora Paula Sayuri Nagamati, ex-chefe de gabinete de Finanças do ex-prefeito, que foi intimado a prestar esclarecimento à Controladoria-Geral do Município (CGM) sob suspeita de corrupção. A conversa aconteceu no último dia 18 de setembro; portanto, 12 dias após as denúncias de Vanessa. “É um absurdo, Paula. Tinha que chamar o secretário e o prefeito também, você não acha? Chama o secretário e o prefeito com quem eu trabalhei. Eles têm ciência de tudo”, afirmou Rodrigues sobre a investigação da CGM.
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Outra gravação em poder dos promotores foi feita pelo ex-companheiro de Vanessa, Luís Alexandre. Na conversa com Ronilson Rodrigues e Carlos di Lallo, ambos presos, eles tratam dos possíveis desdobramentos da investigação. Em clima tenso, Magalhães mostra preocupação em ser o único a se dar mal. “Eu não estava nessa sozinho. Eu tenho todos os números de certificado. Eu não vou ser bode expiatório”, disse Magalhães a Rodrigues, considerado pelos promotores o chefe do esquema. “Isso aí pra mim é uma ameaça”, retrucou Rodrigues. “Não, é um aviso. Eu não vou sozinho nessa p...”, rebateu Magalhães. “Não vai. Porque eu vou estar contigo”, disse Rodrigues. “Eu, o Lallo e o Barcelos não vamos pagar o pato nessa p... toda.”, ameaçou Magalhães. Procurados, os advogados de Rodrigues e Lallo não foram encontrados. Mario Rica, defensor de Luís Magalhães, disse que ia falar com seu cliente sobre as acusações da ex-companheira, mas não havia retornado até o fechamento desta edição.
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Os investigadores do caso foram alertados por Vanessa sobre as desavenças entre o grupo. “Apesar de acharem que nunca iam ser pegos, eles andavam preocupados com as novas investigações. Diferentemente da época da gestão Kassab, quando o grupo saiu rindo da sala em que prestavam depoimentos, ultimamente eles estavam com medo”, relata Vanessa. Kassab negou na semana passada que soubesse do esquema. A prefeitura confirmou a denúncia e agora os investigadores estão fazendo um pente fino sobre as centenas de edificações fiscalizadas pelo grupo e em 15 construtoras para rastrear os corruptores, além de focar em outros 40 funcionários públicos que estão sob suspeita.  
Exclusivo
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Na terça-feira 5, Vanessa Alcântara recebeu ISTOÉ na casa de amigos na cidade de Campinas. Testemunha-chave do escândalo, ela revelou na entrevista como agia o grupo acusado de desviar cerca de R$ 500 milhões dos cofres públicos. Vestida sobriamente, bem maquiada e como uma voz firme, ela diz que o ex-companheiro sempre afirmou que, se um dia o esquema ruísse, iria entregar todo mundo, sem poupar ninguém.
Istoé – Como você conheceu o Luís Alexandre?
Vanessa –
 Eu era representante comercial em 2010 e fui atendida por ele na prefeitura. Trocamos cartões e ele me ligou para sairmos. Depois de um tempo, começamos a namorar. Eram jantares e noitadas maravilhosas regadas a vinhos e champanhes nas melhores casas da noite paulista. Não conhecia esse mundo de se gastar R$ 10 mil reais em um jantar. Ele era muito encantador e sedutor comigo. Logo no início, ele me deu uma gargantilha de ouro. Não foi difícil se apaixonar por uma pessoa que te trata tão bem. Principalmente, porque estava separada, com um filho, e carente. 

Istoé – Você ficou encantada com esse mundo de luxo?
Vanessa –
 Tudo era muito fantástico e real. Adorava aqueles jantares com pratos exóticos, com javalis, hotéis deslumbrantes e passeios em lanchas. Quando você está acostumado com o lixo e se depara com aquele luxo é deslumbrante. O Luís não era nenhum príncipe encantado, mas depois que começamos a namorar ele emagreceu 16 quilos, cortou a barba e começou a se vestir melhor. Ficou bem.

Istoé – Você levava uma boa vida, então?
Vanessa – 
Tinha uma vida de madame. Morávamos numa casa de 500 m², com quatro quartos, três banheiras de hidromassagem. O aluguel era de R$ 6 mil. Na verdade, dinheiro não era o problema. Ele não me deixava trabalhar. Nossa casa tinha quatro empregados e tudo à disposição. Em muitos fins de semana, a gente ia de avião particular para Angra dos Reis, pegava a lancha dele de 44 pés, que ficava na Marina Pirata, e dormia em alto-mar. Era fantástico. A gente ia tomando champanhe na proa. Não posso negar que eu adorava.

Istoé – Você também fazia gastos extravagantes?
Vanessa – 
Adoro moda. Apesar de ter um estilo hi-low, sempre consegui combinar peças populares com outras de grife. Não era de exagerar, mas já cheguei a comprar uma bolsa Chanel de R$ 8 mil, diversos casacos de pele e contabilizei 120 pares de sapatos. 

Istoé – Luís revelava que o dinheiro daquelas noitadas e das compras vinha da corrupção?
Vanessa – 
Só depois que começamos a viver juntos é que soube. Aí, ele adorava vangloriar-se que era corrupto. Ele adorava ser o mafioso, o bandido grandioso e esperto. Ele gosta de contar a história de sua primeira mala de dinheiro conseguida com a corrupção. Ele diz que comprou um Vectra zero. O Luís gosta tanto do mundo do crime que, sobre a mesa do nosso escritório, ele mantinha um boneco do Al Capone.

Istoé – Quando vocês começaram a se desentender?
Vanessa – 
Ele tinha um ciúme doentio. Brigava comigo e com outras pessoas na rua por causa desses rompantes de agressividade. Nós assinamos vários boletins de ocorrência juntos. Como eu não sei apanhar e não reagir, também batia nele.

Istoé – Então as brigas de vocês eram violentas?
Vanessa –
 Muito. Ele me batia, eu batia nele. Ele me chutava, eu o mordia. Às vezes, essas brigas acabavam na polícia. A única vez que instalei um inquérito foi quando eu estava grávida de dois meses e apanhei dele. Ele queria que eu tirasse o bebê. Não aceitei. Tomei vários chutes e socos na barriga. Saí do flat dele sangrando e inconsciente numa ambulância para o hospital. Mas não perdi o filho.

Istoé – Mas por que você ainda ficava com uma pessoa tão violenta?
Vanessa –
 Ele tem uma conversa terrível, bom de lábia. Depois das brigas, ele acabava levando buquês de flores e até uma guia espiritual para intermediar as crises. Eu acabava perdoando. Com dois filhos, a gente sempre acha que o outro vai mudar. Ele pedia perdão e eu acabava cedendo. Gostava dele.
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Istoé – Como é esta história de guia espiritual?
Vanessa – 
Depois das brigas ele chegava em casa junto com a mãe de santo e me convencia de que estávamos possuídos. Ela gastava três horas benzendo tudo, espalhando arruda pelo flat e rezando. Eu não resistia e acabava perdoando. 

Istoé – Quando foi que o relacionamento de vocês acabou?
Vanessa – 
No meio deste ano, coloquei ele para fora de casa. Não aguentava mais aquela relação doentia. Ele chegou com um fusca verde 66 em casa e já tínhamos outros cinco carros na garagem. Eu perguntava: pra que tudo isso? Ele dizia que era dinheiro.

Istoé – E você não denunciava o Luís porque também se beneficiava desse dinheiro?
Vanessa – 
Eu sempre ameacei denunciá-lo toda vez que apanhava, que a gente brigava. Uma vez escrevi um e-mail para a Polícia Federal com poucas informações, dando as pistas sobre a corrupção e citava o nome dele. Crie até o e-mail BMW3886@gmail.com para fazer a denúncia – era o nome do carro que ele mais gostava, com a idade e o ano do veículo. 

Istoé – Você queria dinheiro com essa denúncia?
Vanessa – 
Ele achava que era isso. Errou. Nós nos separamos e ele não quis aceitar as condições que eu tinha estabelecido, como uma pensão de R$ 3 mil, que era o equivalente ao salário dele. 

Istoé – Você chegou a ver como era o relacionamento dele com a quadrilha?
Vanessa –
 De altos e baixos. Depois que um deles ficou viciado em cocaína, as coisas começaram a desandar e vieram as brigas. 

Istoé – Como eles operavam o esquema?
Vanessa –
 Eles superfaturavam as guias do ISS e negociavam a propina. O dinheiro era dividido entre os quatro (Luís Alexandre Magalhães, Ronildo Bezerra Rodrigues, Carlos Augusto de Lallo Amaral e Eduardo Horl Barcelos). Eles alugavam um escritório perto da prefeitura que eles chamavam de cafofo – os promotores chamam de ninho, mas eles não usavam esse nome. Quando marcavam encontros, falavam cafofo. Era lá que aconteciam as negociações.

Istoé – A propina era paga em dinheiro vivo?
Vanessa –
 Não sei se era toda assim. Mas o Luís chegava em casa com mochilas cheias de dinheiro. Quando os blocos de dinheiro chegavam desorganizados, nós sentávamos no tapete de casa, espalhávamos aquela dinheirama e separávamos em pacotinhos iguais para os quatro do esquema.

Istoé – O esquema funcionou durante todo o tempo em que eles trabalharam na prefeitura, com todos os prefeitos?
Vanessa – 
Eles operavam na gestão Kassab. Teve uma ou outra coisa no governo Haddad, mas fiquei sabendo por um despachante que só tinha uma pessoa operando nesse atual governo.

Istoé – Eles mostravam algum medo de serem descobertos?
Vanessa –
 Eles nunca achavam que iam ser pegos ou que ia dar alguma coisa errada. Eles não tinham limites para roubar e nem medo de serem presos. Eu sempre perguntava qual era o limite. O Luís falava que tinha filhos e que precisava montar um patrimônio para eles. O único medo dele é de macumba. O negócio dele era dinheiro, dinheiro e mais dinheiro. Quanto ao risco de ser preso, ele sempre dizia que, se um dia o esquema ruísse, ele seria o primeiro a entregar todo mundo. Ele não ia poupar ninguém. Ia ser o primeiro a se oferecer para a delação premiada.

Istoé – Como ele investia o dinheiro?
Vanessa –
 Imóveis. Só em Angra ele tem cinco flats. Em Araraquara, ele tem uma casa com uma adega para 400 vinhos e uma charutaria climatizada no centro da casa. Tudo registrado na empresa da ex-mulher, Ana Luzia Passos.

Istoé – Ele contou se operava só com os grandes empreendimentos?
Vanessa – 
Corriam processos maiores e outros menores. Nem sempre os grandes negócios caíram nas mãos dele. Teve uma época que a turma tirou ele do esquema das grandes operações e aí cada um agia por conta própria. Existiam vários grupos atuando dentro da prefeitura. 

Istoé – Ele achacava muita gente?
Vanessa – 
Ele era baixo. Certa vez, ele chegou numa obra para fazer uma vistoria, o empreendedor estava sem dinheiro para pagar o achaque e ele levou uma televisão do cara.

Istoé – Ele chegou a trabalhar diretamente com o prefeito?
Vanessa – 
O esquema colocou o Luís Alexandre no gabinete para ele dar uma maneirada, acalmar um pouco. Ele operava de uma forma muito agressiva, era louco.

Istoé – Por que você decidiu denunciar tudo?
Vanessa – 
Quando a polícia e o Conselho Tutelar entraram na minha casa com um mandado para buscar meus filhos, alegando que eu era louca e não tinha condições de cuidar das crianças, peguei o telefone e liguei para todo o grupo e disse a eles que iria detonar o esquema. Falei para o Ronilson, o Barcelos e o Lallo: ‘Vou f... todo mundo’.
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Istoé – Como eles reagiram?
Vanessa –
 Ficaram apavorados. O Barcelos disse: ‘Agora a briga é nossa. Nós compramos essa briga para você. Fica calma’. Na verdade, eles queriam pôr panos quentes e pediam para eu segurar um pouco. Mas eu não segurei. 

Istoé – E então o que fez?
Vanessa – 
No início de setembro liguei para a Controladoria-Geral do Município e falei com o corregedor Spinelli. Os meninos da prefeitura e o promotor vieram ao meu encontro aqui em Valinhos e entreguei para eles 150 páginas de documentos e vídeos que comprovavam a corrupção. A partir daí fiz jogo duplo.

Istoé – Como assim?
Vanessa 
– Eu não sabia, mas quando eu liguei para o Ronilson e o Lalo na noite em que a polícia levou os meus filhos e disse que iria revelar tudo, eu já estava grampeada pela Federal. Depois que soube disso continuei a negociar com o grupo, sem que eles desconfiassem que a polícia estava gravando tudo. Nessas conversas ficou comprovado que eu não queria dinheiro, mas meus filhos de volta. Nas tratativas, eles falam até em “comprar meu bebê de mim”. Servi como uma cola superbonder que uniu todas as peças da investigação.

Istoé – O que tinha nesse material que você entregou para o promotor?
Vanessa
 – Está sob segredo. Não posso dizer para não atrapalhar as investigações, mas eram documentos que comprovavam minhas denúncias. Havia também gravações que mostram como funcionava o esquema.

Istoé – Em algum momento você ficou com medo?
Vanessa 
– Ainda tenho muito medo. Mas o maior problema foi naqueles dias de silêncio que tive de aguentar. Ligava para o MP, para a CGM, enfim, queria pôr a boca no mundo para tentar trazer meus filhos de volta. Isso foi em setembro e os investigadores me pediram até o fim de novembro para estourar o esquema. Foi uma aflição ficar tanto tempo em silêncio. 

Istoé – Quando você soube das prisões?
Vanessa –
 Assim que a polícia começou a executar os mandados de busca e apreensão. Eram seis horas da manhã do dia 30 de outubro. 
Eu gritava dentro do carro como se fosse um gol.

Istoé – Se o Luís Alexandre tivesse feito o acordo para pagar a pensão você teria denunciado o esquema?
Vanessa –
 Não. Se ele tivesse me deixado quieta com meu filho, dado a pensão correta, ficaria quieta. O Luís não aceitou minhas condições, mesmo depois que seus amigos o advertiram.

Istoé – Quais eram as suas exigências?
Vanessa 
– O filho, a pensão, o cachorro Thor, um sharpei que amo, e minha máquina fotográfica profissional.

Istoé – Quais serão os próximos passos?
Vanessa –
 Tudo que eu quero são meus filhos de volta. Esse processo precisa ser revisto urgentemente. Foi tudo uma grande armação. Depois de uma briga nossa pelo telefone, eu surtei de raiva dele e quebrei uns jarros e algumas peças da prateleira. Com isso, ele entrou com um processo na Justiça, alegando que eu sou louca e perdi a guarda das crianças. Tenho certeza que meu marido armou tudo isso. Pior. Ele foi preso e nosso filho ficou com a babá.

Istoé – Como você está vivendo?
Vanessa – 
Trabalho como gerente de uma loja, moro em um apartamento de 50 metros quadrados e tenho o mesmo carro, uma Tucson. 

Istoé – É verdade que o apelido do Luís Alexandre é “louco”?
Vanessa 
– Louco e camicase. Na verdade, deveria ser burro. Perder R$ 15 milhões por causa de uma pensão de R$ 3 mil, um cachorro de estimação e uma máquina de fotografia, não é loucura. Aí já é burrice.
foto: João Castellano/agência istoé
fotos: ANDRé COELHO/Agência O Globo; RENATO S. CERQUEIRA/FUTURA PRESS
fotos:DANIEL TEIXEIRA/ESTADãO; jorge araujo/folhapress

sexta-feira, 8 de novembro de 2013

10 Things You Must Give Up to Be Successful


10 Things You Must Give Up to Be Successful
“Don’t spend time beating on a wall, hoping to transform it into a door.”
-Coco Chanel
When we think about how to achieve success, we often focus on the skills and habits we should add to our lives.  But sometimes the key to success actually lies in our ability to give up certain habits and behaviors.  So starting today…
  1. Give up the habit of waiting. – The way you spend your time defines who you are.  You don’t get to choose how you are going to die, or when; you can only decide how you are going to live right now.  Trust me, a year from now you will wish you had started today.  Read The Now Habit.
  2. Give up the excuses. – Sooner or later you will come to realize that it’s not what you lose along the way that counts; it’s what you do with what you still have.  When you let go, forgive, and move on, you in no way change the past, you change the future.
  3. Give up trying to be perfect. – Sometimes we try to show the world that we are flawless in hopes that we will be liked and accepted by everyone.  But we can’t please everyone, and we shouldn’t try.  The beautyof us lies in our vulnerability, our love, our complex emotions – our authentic imperfections.  When we embrace who we are and decide to be authentic, instead of perfect, we open ourselves up to real relationships, real happiness, and real success.  There is no need to put on a mask.  There is no need to pretend to be someone you’re not.  You are perfectly imperfect just the way you are.
  4. Give up doing things you know are wrong. – Nothing is more damaging to you than doing something that you believe is wrong.  Your beliefs alone don’t help you grow and thrive, your behavior and actions do.  So always do what you know in your heart is right, for you.
  5. Give up feelings of entitlement. – Nobody owes you anything.  When you approach life with the false sense that you are owed things, you will naturally become less productive and constantly find yourself disappointed by reality.  When you are grateful for what you have, and see positive things as bonuses, versus owed entitlements, you will earn great successes gradually as you grow.  Read The Road Less Traveled.
  6. Give up relationships that want you to be someone else. – The best kind of relationship is the one that makes you a better person without changing you into someone other than yourself.
  7. Give up letting others decide what you can and can’t do. – In order to live your own authentic life, you have to follow YOUR inner GPS, not someone else’s.  When others say, “You can’t do it!” or “That’s impossible,” don’t lose hope.  Just because they couldn’t doesn’t mean you can’t.
  8. Give up being a helpless victim. – Yes, it is unfortunate that sometimes bad things happen to the best of people.  Life can be unfair, unkind and unjust.  However, being stuck in a victim mentality does not nurture your ability to move onward and upward.  You’ve got to stand back up and take positive steps to heal and grow.
  9. Give up worrying about past failures. – Accept your past without regret, handle your presence with confidence, and face your future without fear.  You are today where your thoughts and actions have brought you; you will be tomorrow where your thoughts and actions take you.  Read How to Stop Worrying and Start Living.
  10. Give up blaming everyone else. – Either you own your situation or it will own you.  Either you take responsibility for your life, or someone else will.  Blame is a scapegoat – it’s an easy way out of taking accountability for your own outcome.  It’s a lot easier to point the finger at someone or something else instead of looking within.  Blame is not constructive; it does not help you or anyone else – nobody wins in the blame game.  The amount of energy and stress it takes to place blame elsewhere takes away from your ability to move forward and find a real solution.
And remember, the road you are traveling may be the more challenging one, but don’t lose faith.  Don’t listen to the doubters, don’t let setbacks keep you down, and most of all, don’t give up on yourself.
It’s okay if you don’t know how much more you can handle.  It’s fine if you don’t know exactly what to do next.  Eventually you’ll let go of how things ‘should be’ and start to see all the great possibilities in front of you.  This is your life – grab the wheel with both hands and keep steering yourself in the right direction.

quinta-feira, 7 de novembro de 2013

PODE UMA COISA DESSAS? SITE DE NAMORO PARA FUNCIONARIO PUBLICO!!!!



Namoro Estável



A novidade da vez é uma rede social que está balançando o universo dos servidores públicos. Com mais de 6 mil inscritos, o Namoro Estável é destinado a funcionários públicos e concursados que querem encontrar a alma gêmea, mas uma que tenha estabilidade financeira.
Segundo reportagem do Correio Braziliense, !o portal é destinado a servidores federais, estatais e municipais, profissionais com cargos de confiança e pensionistas”.
Para se cadastrar é sem mistérios: apenas e-mail e nome. Também é possível adicionar dados sobre as características físicas e informações sobre o trabalho (inclusive cargo e salário).
Mas a pergunta que fica é: vocês investiriam em perfil online para a procura do par perfeito?
Foto: Reprodução

terça-feira, 5 de novembro de 2013

COMIDINHAS EM SAMPA: Z DELI

Casa minúscula no miolo dos Jardins oferece o melhor hambúrguer de SP

LUIZA FECAROTTA
DE SÃO PAULO

Aquela portinha ali no miolo dos Jardins está sempre apinhada de gente. Gente na calçada a esperar uma das raras --raríssimas-- mesas do minúsculo espaço do Z Deli Sanduíches. Do lado de lá do balcão, Julio Raw está a comandar os mais tentadores preparos. Tudo à vista.
  • Pois ele segura a faca, depois de afiá-la e, ao som de um Bob Marley dos anos 1970, finca um garfo de churrasco em um naco de rosbife, a descansar em crosta de ervas e sementes de coentro, mostarda e afins, e se põe a cortá-lo em finas fatias. Depois, elas serão embaladas em um pão rústico, besuntado de maionese caseira, condimentada com alcaparra, picles e dill. Imagina.

Z Deli


Fernanda Frazao/Folhapress
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Sanduíche de tartare de carne do restaurante Z Deli
As pessoas ali são chamadas pelo nome e servidas sem economia. As "fat fries" (meu respeito por batatas fritas chamadas de "gordas"!) passam por duas frituras e chegam crocantes, na companhia de alho e alecrim.
Ainda na dúvida sobre o pedido --um sanduíche ou um hambúrguer?-- e Raw fatia um salmão que marinou por cinco dias em sal e açúcar sob um peso e depois foi embalado a vácuo em uma mistura de sementes. Envolve o peixe em um bagel (cuja receita é segredo da casa e não se arranca por nada) com tomate, cebola e cream cheese.
Mas alguém apoiou um hambúrguer ali no balcão... Alto, rosado, suculento --a olhos vistos. A mistura de carnes, que passa por uma moagem, é da casa: miolo da paleta, acém com osso, pescoço e peito. A gordura, moi-se duas vezes. E aí, meu amigo, é pura alegria. Pura alegria.
MELHOR HAMBÚRGUER + SANDUÍCHE (JÚRI)

Z Deli Sanduíches
O conceito bastante em voga de "delis" nova iorquinos define o ambiente pequeno, simpático e aconchegante. Ali são produzidos sanduíches muito bem montados e com boas combinações, como o de pastrami (carne curada), no pão escuro, besuntado por molho de mostarda da casa, que leva picles e queijo prato.Tipo de local: Sanduíches

Z Deli Sanduíches

R. Haddock Lobo, 1.386 - Cerqueira César - Oeste. Telefone: 3083-0021.
Aceita os cartões Amex, Diners, Hipercard, MasterCard, Visa. 

Não tem som digital. Aceita cheques. Não faz entrega em domicílio. Não aceita reservas. Não tem ar-condicionado. Não tem mesas ao ar livre. Proibido fumar. 14 lugares.

COMIDINHAS SAMPA: O MELHOR BEIRUTE

Melhor beirute de SP é perfeito: com pão torradinho e queijo derretido

TETÉ RIBEIRO
DE SÃO PAULO
Comer um beirute no Frevinho é um dos programas paulistanos mais agradáveis. Primeiro porque a lanchonete está em três endereços estratégicos: na rua Oscar Freire, quase esquina com a Augusta. Na rua Augusta, pertinho do Espaço Itaú de Cinema. E, por fim, no shopping Iguatemi, um dos mais luxuosos da cidade, em que a simples presença da lanchonete faz o lugar todo ficar mais simpático.

Frevo

Patricia Araujo/Folhapress
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Opção de beirute do Frevo
Fora isso, há a extrema paulicidade de estar no meio da metrópole, mas pensando em praia. A decoração das três unidades tem bancos e balcão vermelhos, azulejos amarelos, esculturas de palha de gente dançando frevo (daí o nome), e pôsteres de praia por trás de quadros que lembram janelas. Na unidade da Oscar Freire, a matriz, a sensação é de estar do lado de fora de um bar pé na areia. Com alguma boa vontade, é verdade, mas de qualquer maneira é bom imaginar que os donos fizeram essa gentileza para os paulistanos.
Quanto ao beirute, é perfeito. Sai em poucos minutos, com pão torradinho, queijo derretido (e a dica: peça com tomates verdes, aumentam o sabor e a crocância do sanduíche) e maionese abundante. O míni beirute é a minha pedida, tem mais ou menos ¾ do tamanho de um normal, mata 100% da fome e ainda deixa espaço para um quindim.

sexta-feira, 1 de novembro de 2013

11 Ways to Improve Your Life

“If you want to improve, be content to be thought foolish and stupid.” – Jeremy Piven's character quoting Epictetus in the film Serendipity
Deciding to make a change in your life can be daunting. Whether it’s as simple as turning the television on less or as grand as moving to a different town or city, the fear change provokes can sometimes be so obstructive that it prevents us from attempting to make the change we seek.
However, as I was reminded yesterday flipping back through some of my old journals only to discover the above quote, change can be scary but that shouldn’t stop us from seeking to improve. Often when we are the instigators behind change, it is because we wish to improve our lives. Which means that no matter how exciting the change we seek may appear, actually gathering the momentum up and doing it is a tough task.
Today, I would like to offer reassurance for those of you who are in the middle of attempting to make a desired improvement in your life or contemplating such a move. Lately, I too have found myself in the middle of attempting to improve my life, and since this is not the first time I have found myself in such a situation, I’d like to share with you inspiration that has been proven to be good advice so that can feel more confident to keep striving toward the change you seek.
1. Listen to Your Fears
One of the most comforting quotes I came across regarding mustering up the courage to do something that many might laugh at and feeling trepidatious along the way stated “When your fears get louder, you’re probably doing something right.” So long as it is an action we’ve put into motion, to not feel fear would mean we didn’t wish for it to work out. So, trust yourself, work through your fears and you will come out on the other side thankful you made the effort.
2. Accept mortality
One of the grandest and yet, simplest motivators to pursue the change you seek is the understanding and acceptance that we will not live forever. Therefore, we can’t be sure how long we have to live our best life. Once we accept mortality or have been reminded by events of loved ones who have been taken from us far too soon, the inspiration to seek the improvement we desire begins to percolate more fiercely.
3. Take a Risk Toward Capturing Your Dream
Choosing to take a risk toward something new and potentially exciting can initially ignite the fire to encourage you to take the leap. However, in the moment when things aren’t going well, it can seem that taking the risk was a bad idea. Rest assured, not one single risk has ever left the risk-taker empty handed. Whether the risk works out or not, there is always something to be gained – perhaps a better understanding of what you can and can’t live without or perhaps a boost of confidence when you realize your dream. Either way, there is value is taking a risk that could turn your dream into a reality. After all, if you never try, you’ll never know.
4. Ignore the Naysayers, Laughter and Skeptics
No doubt, when you take a leap that is different from those around you, you will hear the chatter of skepticism and negativity. And if you take a leap and it doesn’t work out in the initial way you had hoped, you may even hear laughter. Ignore this negative response and cling to those who support you and were your cheerleaders. Those who hang around on the sidelines doing what they’ve always done because that’s the way it’s always been done will never know or understand the growth, euphoria and increased quality of life you have created for yourself. And that . . . that is their loss or choosing to remain ignorant of what beauty taking risks can bring into one’s life.
5. Seek Out the Lesson
No matter what the outcome turns out to be following an attempt to improve your life, there are always valuable lessons to be gained. If events don’t pan out as you had imagined them to do, you will undoubtedly learn more about yourself, your needs versus wants, what truly makes you tick, and what instills in you a sense of purpose and belonging. And it is in those moments of initial defeat that we realize we had to dream the initial dream to be directed toward the life we were destined live. Had we not made the attempt, we would have never been introduced to the new and even more fulfilling dream for ourselves. 
6. Get to Know What you Truly Enjoy
Take a moment today to make a list of 10-15 things you enjoy doing on any given day. My list might include sipping hot tea at the end of the day, bringing home an arrangement of fresh flowers or cooking a favorite meal while sipping a glass of wine at the end of the week. Now, try to incorporate at least one of these enjoyable activities in every day of your life. Simply having something to look forward to each and every day can improve the quality of your life.
7. Stop Comparing
The opportunity to compare ourselves to a variety of different people in any given day is vast. From the people we work with, our friends and family to the glossy magazines and television programs, we see lives we think are better than ours. The good news is that each of us is unique. Each of us has within ourselves special talents and gifts, an original combination of experiences that no one else can have. To compare ourselves to the outside world is to waste creating and enjoying the best life we could ever live.  And the best life is the life that allows us to offer our gifts to the world, feel productive and useful at the end of the day, and the ability to spend time with those we love as we go to bed each night knowing we’ve done the best we could do.
8. Eliminate Negative Self Chatter
The minute things do not work out as planned along the journey of improvement, it is easy to throw up your hands and give up. At that moment, the negative chatter begins and before you know it, you’ve convinced yourself that the decision you made to take the leap was a bad one. What an absurdity! Improvement cannot occur unless we do something different from what we normally do. You are not a fool, an idiot or stupid for wanting to improve your life. What you are is a dreamer and a believer in something better. Take a moment to look around you. Observe all of the inventions and modern ways of living that one hundred years ago many people would have thought impossible. Change and improvement does not often occur on the first try. You are inspiring for believing you can do it, because you can. Now, keep on trying.
9. Look to Those Who Inspire You
Whether you read books about people who inspire you or are fortunate to have people in your life who are living in such a way that you look to as a model, try to absorb their knowledge and learn from the advice they are willing to offer. Teachers are everywhere if you are willing to be the student – which means avid listening and a fearlessness to ask questions.
10. Spend Time with People Who You Respect and Admire
Now the people you respect and admire may be the people who inspire you, but they also may be entirely different. As I continue to state on the blog, who you surround yourself with is a great indicator of where you are going. With that in mind, spend time with those who genuinely support you, love you and wish you well in the pursuit of your dreams. Even if they don’t understand it or would do it themselves, a good friend is someone who believes in you because they love you and want you to find the happiness and contentment that you seek.
11. Eliminate Contrary Commitments
Take a moment to look at your to-do list. Immediately cross of anything that does not inch you closer toward your goals or bring you enjoyment. So often we want to do everything that we want as well as what other people want us to do, but there is only so many hours in the day and only so much quality energy we have to expend before we need to take a break or go to sleep. Respect yourself and what you value enough to say “No thank you.”
Whether big or small, choosing to improve ourselves and the life you are living is to live courageously. So whether you are choosing to learn a new language, diving into the history of a time era that piques your interest or beginning to be your own boss and work for yourself, with each step you are growing and inching ever closer toward reaching your fullest potential.

DECORAÇÃO: ESTANTES QUADRADAS

Estantes Quadradas

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Estantes quadradas são ótimas para qualquer ambiente, sem chance de erro são versáteis e se encaixam em vários cantos da sua casa. Veja também alguns modelos da OPPA e da TOK STOK que separamos para você se animar e poder comprar logo uma estante quadrada para sua casa !
A maioria delas não precisa ir até o teto o que facilita muito na hora de usá-las, você não precisa se preocupar com seu pé direito e pode trocá-las de ambiente ou até mesmo de casa sabendo que sempre irão caber.

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Via: apartmenttherapy

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Via: apartmenttherapy

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Via: casa.abril

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Via: houzz

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Via: myidealhome

No site da OPPA, www.oppa.com.br, alguns modelos com ótimos preços para você aproveitar, veja a estante BISCOITO FINO, mede 1,54m X 1,20m.
estante oppa biscoito fino 1,54 1,20
Via: oppa

Essa é a estante DOCCA, ela tem dois tamanhos a menor medindo 1,88m X 0,76 e o maior que mede 1,88m X 1,36m.

estante oppa DOCCA 1,88 x 76,5
Via: oppa

estante DOCCA 1,88 1,36
Via: oppa

A Tok Stok também tem alguns modelos de estantes quadradas para você, veja a ESTANTE CÉLULA vermelha, branca ou amarela, medindo 1,28m X 1,28m.

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Via: tokstok

ESTANTE CÉLULA maior medindo 1,70m X 1,70m.

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Via: tokstok

ESTANTE TOPO medindo 2,54m X 2,32.

estante TOPO 2,54 2,32
Via: tokstok