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terça-feira, 6 de dezembro de 2016

VJ Spetto indica seus restaurantes e lugares favoritos em São Paulo




Guilherme Gomes/Divulgação
Negroni do Frank Bar *** ****
Negroni do Frank, o Bar

Spetto, integrante dos United VJs, indica abaixo lugares para curtir São Paulo, entre bar, restaurantes, ruas e baladas.
1. Frank, o Bar
Um bar para quem aprecia beber. E se aventurar nos sabores, aromas e misturas de Spencer é um privilégio. E o melhor é que você não precisa ir embora quando o bar fecha. A noite sempre pode continuar nos andares de cima, no Maksoud;-)
Hotel Maksoud Plaza. Al. Campinas, 410, Jardim Paulista, região oeste, tel. 3145-8000.
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2. Restaurantes japoneses
É uma tremenda injustiça falar somente de um restaurante japonês em São Paulo. Essa cidade exige respeito no assunto. Meus preferidos são o Samurai, generoso e aberto até mais tarde, o Lika com suas ovas e vieiras, o tradicionalíssimo Deigo e o moderno Minato Izakaya, que te leva para dentro de um cenário de filme ambientado em Tóquio. Tabe nasai!
Samurai (tel. 3208-6969), Sushi Lika (3207-7435), Deigo (3207-0317) e Minato Izakaya (3814-8065).
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3. Trackers
Misto de centro cultural, instituto educacional e balada, se mantém firme como reduto alternativo e patrocinador da diversidade. Para dançar como se não houvesse amanhã. E, na manhã seguinte, fazer um curso de tecnologia ou composição musical. Um espaço multiuso, algo ainda raro em SP.
R. D. José de Barros, 337, República, tel. 3337-5750.
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4. Paulista com a Augusta
É certo que ali tem cheiro de São Paulo, tem cara de São Paulo, é como São Paulo deve ser: gente nova, de tudo que é tipo, cosmopolita, lotada, profusa. Muitas vezes me perdi de madrugada nas duas bancas, uma de cada lado da av. Paulista. E depois descia, de acordo com a minha intenção (boa ou má), para um dos lados da Augusta.
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5.Santa Efigênia
Já foi mais pomposa, mas continua sendo o paraíso dos nerds-adoradores-de-placas-circuitos-e-chips. Você encontra qualquer coisa ali naquele quadrilátero, de policial comprando Windows pirata a chip controlador de braço robótico. Minha paixão são os sucatões, onde dá para encontrar relíquias. E dá para encerrar no Léo, tomando um chopinho e comendo um canapé de carne crua. Êêê terra boa!
Bar Léo. Rua Aurora, 100, Santa Efigênia, tel. 3550-1250.

quarta-feira, 23 de novembro de 2016

Taberna 474 atrai com clima de tasca

Fartura e simplicidade marcam cardápio que realça os pratos do mar em atmosfera animada

JOSIMAR MELO

CRÍTICO DA FOLHA

O espírito de bar/restaurante português é uma das coisas mais atraentes no mundo da gastronomia. Uma tasca de verdade, assim como uma taberna portuguesa autêntica, são lugares onde a fartura e a simplicidade chegam quase a comover.
No Brasil, assim como o termo bistrô é normalmente desviado, aplicado a restaurantes sofisticados e caros (e não a locais familiares e baratos como o são na origem), também os termos portugueses (tasca, taberna) pouco têm a ver com o que são originariamente em Portugal.
Mas alguns disfarçam bem -como é o caso da Taberna 474. Ali os proprietários conseguiram captar o clima rústico e animado das tabernas, embora essa versão paulista não seja principalmente devotada à bebida, nem tenha preços de boteco. Ou seja, é um restaurante paulistano. Dos Jardins.
Mas, se há muito de teatro, é uma encenação que vale a pena conhecer. Porque o ambiente é agradável, a comida é boa, e há casas portuguesas mais caras na cidade.
Criar essa atmosfera envolvente, injetando gastronomia num clima de bar, parece ser uma especialidade do proprietário Ipe Moraes, 44, a julgar pela sua trajetória. Seus atuais sócios estão juntos desde o bar Espírito Santo, aberto em 1998, vendido dois anos atrás.
Ali já havia essa pegada portuguesa, mais com lado de bar, mas com atrações gastronômicas interessantes. O tom mais ibérico, incorporando a Espanha, surgiu no Adega Santiago, aberta em 2006; e agora no Taberna 474. (Ipe também é sócio, com outro grupo, do BottaGallo, este de linha italiana.)
O novo restaurante busca realçar os pratos de mar, tão caros aos portugueses -embora não fique neles. Assim, há sardinhas na brasa e, logicamente, bacalhau (preparado como se deve, corretamente dessalgado, servido em quatro versões -com destaque para o bacalhau na brasa e para a versão ao forno com grão-de-bico e brócolis).
Também com a cara do lugar são os pratos de polvo (por exemplo, ao forno com cebolas, batatas e pimentão) e, fugindo do mar, o arroz de pato e a suculenta costela de boi assada com mandioca crocante. Para começar, há uma infinidade de petiscos da terra e do mar, de mexilhões e vieiras e lulas, às alheiras, croquetes e pasteis.
O cardápio foi criado por Ipe em conjunto com a chef da casa, Marcela Rossani Tiradentes, 30, nascida no interior de São Paulo, que já havia trabalhado com o grupo -no extinto Pharmacia, que foi deles, e participou da abertura da Adega Santiago.

TABERNA 474  
ENDEREÇO rua Maria Carolina, 474, Pinheiros, tel. 0/xx/11/3062-7098
FUNCIONAMENTO ter. e qua., das 18h às 23h30; qui., das 12h às 15h e das 18h às 23h30; sex. e sáb., das 12h à 0h; dom., das 12h às 22h
AMBIENTE gostoso, clima de tasca, com mesas de madeira nua
SERVIÇO atribulado, mas eficiente
VINHOS boa carta, com destaque para portugueses e espanhóis
CARTÕES A, D, M e V
ESTACIONAMENTO R$ 13
PREÇOS entradas, de R$ 7,50 a R$ 66; pratos, de R$ 16 a R$ 145 (para dois); acompanhamentos, de R$ 9 a R$ 12; sobremesas, de R$ 6 a R$ 12

terça-feira, 16 de fevereiro de 2016

Magnolia

do blog da Kika
A padaria mais amada por Carrie Bradshaw e suas amigas, a Magnolia, abre suas portas em São Paulo, mais precisamente nos Jardins. 
Carrie era louca pelos cupcakes da bakery e a loja de número 401 da St Bleecker virou ponto de fãs e celebridades.





domingo, 13 de setembro de 2015

Comidinhas em Sampa

Eclair Moi – Imperdível!

Fui conhecer a “Eclair Moi” semana passada, no bairro de Vila Nova Conceição. O conceito da loja é de servir apenas eclairs, doces e salgadas, que podem ser para comer por lá ou para levar para casa.
Se for comer lá, recomendo pedir um dos drinks com espumante que eles possuem, combina super bem tanto com ambos os tipos.
A massa é simplesmente perfeita, leve, super leve, e os recheios são de ingredientes selecionados. Eles pensam não só no sabor, mas a apresentação também é de comer com os olhos. Cada eclair sai a R$ 15,00 o que é um pouco salgado, mas garanto que vale cada mordida!
E tanto é, que depois de almoçar por lá, tive que passar à noite para levar uns para casa para o marido provar, já que passei a tarde inteira passando nos tais eclairs. Eles fazem também de foie gras sob encomenda e eu já estou pensando seriamente em fazer um pedido ;) . A loja é de um casal de irmãos europeus que levaram alguns meses para chegar às receitas próximas do que se vê pela França, aplausos para eles! (BTW, ela também veio do mercado financeiro)
Meus favoritos salgados: creme de queijo com tomate seco (feito na casa) e creme fígado de galinha au whisky com gelatina de vinho Sauternes e a de presunto, manteiga
Meus favoritos doces: Caramelo manteiga salgado, baunilha e limão siciliano.
Eclair Moi
R. Afonso Brás 668 – Vila Nova Conceição
11-2639-5899

quinta-feira, 30 de outubro de 2014


Nakka: restaurante japonês em São Paulo


Nakka SP

Ale Garatoni sobre o restaurante Nakka: 
"tem o melhor peixe que já comi na vida, tem um cardápio que passeia com maestria entre os básicos que amamos e os pratos mais criativos. O que peço por lá? Carpaccio de salmão trufado, sashimis de atum e salmão, spicy tuna (super spicy, amo!) e sushi de barriga de salmão com raspas de limão siciliano. Mas vale dizer que essas são apenas as minhas escolhas iniciais muito conservadoras, porque tão logo eu me des-vicie um pouco delas quero experimentar um menu-degustação (pelo instagram, tudo parece muito maravilhoso!).
Nakka
Vai lá? O Nakka fica na rua Pedroso Alvarenga, 890.
imagens: instagram @restaurantenakka (a primeira) e meus próprios dotes “como fotógrafa sou uma boa blogueira e olhe lá”!

domingo, 8 de junho de 2014

Veja roteiro para curtir arquitetura, história e culinária no centro de SPSimon Plestenjak/UOL

  • Mosteiro São Bento, ao lado da Estação São Bento do metrô, faz parte do roteiro histórico de São Paulo
    Mosteiro São Bento, ao lado da Estação São Bento do metrô, faz parte do roteiro histórico de São Paulo
Apesar de cheio de prédios, o centro de São Paulo tem inúmeras atrações para passear. História, arquitetura e culinária estão entre os destaques dos principais pontos turísticos da cidade, como o Theatro Municipal, o Mosteiro de São Bento e o Mercadão.
Veja abaixo algumas opções e bom passeio!
Mosteiro de São Bento
O local, que abrigou o PapaBento 16 durante sua visita ao Brasil, possui uma arquitetura típica do século 17.
A construção atual é do período de 1910 a 1922, com inspiração na tradição eclética germânica. A decoração interna, os afrescos e murais são do monge beneditino holandês D. Adelbert Gresnicht, seguidor da tradicional Escola de Arte de Beuron, de Praga, na República Tcheca.
Uma das atrações do local é a lojinha de pães, bolos, biscoitos e geleias feitas pelos próprios monges.
Quem visita a igreja, pode observar símbolos do zodíaco no teto, próximo à porta de entrada.
Onde:Largo de São Bento, s/nº, Metrô São Bento
Horário de funcionamento: segunda, terça, quarta e sexta-feira, das 6h até o término da missa das 18h. Sábados e domingos, das 6h às 12h e as 16h às 18h. Quinta-feira a igreja fecha às 8h e reabre às 11h30.
Mais informações: (11) 3328-8799 / www.mosteiro.org.br
Theatro Municipal de São Paulo
Inaugurado em 1911, o Theatro Municipal recebeu influências da Ópera de Paris e de traços renascentistas barrocos do século 17 em sua arquitetura. Palco da famosa Semana de Arte Moderna de 1922, o teatro entrou para a História e é um dos principais prédios da cidade. Atualmente, possui programação de óperas e concertos durante todo o ano.
O público pode fazer visitas gratuitas monitoradas, de terça a sábado, em horários pré-estabelecidos. Inscrições no local, a partir das 10h, por ordem de chegada, para todos os horários do dia.
Visitas: Terça a sexta-feira às 11h, 15h e 17h; Sábado às 11h, 12h, 14h e 15h. Inclusive em feriados
Lotação por horário: 50 pessoas. Grupos superiores a 10 pessoas devem agendar visita
Onde:Praça Ramos de Azevedo, s/nº, República
Mais informações: Tel.: (11) 3397-0300 www.prefeitura.sp.gov.br/cidade/secretarias/cultura/theatromunicipal
José Cordeiro/SPTuris
Edifício Martinelli abre para o público visitar seu terraço
Edifício Martinelli
Primeiro arranha céu da América Latina, o Edifício Martinelli abre as portas para o público conhecer sua história e sua vista da cidade.
Projetado pelo italiano Giuseppe Martinelli, em 1924, o prédio simbolizou progresso da cidade. Atualmente, é um dos principais símbolos arquitetônicos de São Paulo.
Onde: o edifício tem três entradas (R. Libero Badaró, 504 a 518; Rua São Bento, 397 a 413; Av. São João, 11 a 65)
Visitação: segunda a sexta, das 9h30 às 11h e das 14h30 às 16h. Agendamento de visitas monitoradas somente para os sábados, das 9h às 13h.
Mais informações: (11) 3104-2477 / www.prediomartinelli.com.br
Espaço BovespaLocal onde funcionava o antigo pregão, a BM&FBovespa oferece visitas monitoradas gratuitas que ensinam sobre o funcionamento da Bolsa e do mercado de ações.
Entre os atrativos do espaço estão a mesa de operações, cinema 3D, centro de memória e café da bolsa.
Onde: Rua XV de Novembro, 275, térreo
Visitas: De segunda a sexta-feira, das 9h às 17h
Mais informações: (11) 3233-2000 / www.bmfbovespa.com.br
Vista do Banespa
O edifício Altino Arantes, conhecido como edifício Banespa,tem uma vista privilegiada da cidade com seus, aproximadamente, 160 metros de altura, onde é possível ver o Pico do Jaraguá e a Serra do mar. O prédio é aberto gratuitamente ao público, de segunda a sexta.
Onde: Rua João Brícola, 24 - Centro - São Paulo (Metrô São Bento)
Horário de funcionamento:de segunda a sexta, das 10h às 15h.
Mais informações:(11) 3249-7180
Café Girondino
Após a visita ao Mosteiro, passe no tradicional Café Girondino, bem em frente.O local tem um cardápio variado de lanches, pratos, vários tipos de cafés e cappuccinos, mas o destaque fica com os doces, tortas e bolos, como o bolo de pão de mel, que sai por R$ 16,90 a fatia.
Onde: Rua Boa Vista, 365, Sé
Horário de funcionamento: de segunda a quinta, das 7h30 às 22h30. Sextas, das 7h30 às 23h. Aos sábados, das 8h às 20h e domingos e feriados, das 8h às 19h
Mais informações: (11) 3229-4574/ (11) 3229-1287 / www.cafegirondino.com.br
Divulgação
Sanduíche de mortadela do Mortadela Brasil, no Mercadão
Mercado Municipal
Famoso pelo sanduíche gigante de mortadela e pelo pastel de bacalhau, o "Mercadão" é o lugar para experimentar novos sabores. Frutas e embutidos de todo tipo estão à venda ali. No passeio entre uma alameda e outra, não deixe de observar os vitrais que mostram paisagens e o trabalho no campo, como cultivo, colheita e transporte de alimentos e gado.
Onde: Rua da Cantareira, 306, Sé
Horário de funcionamento: de segunda a sábado, das 6h às 18h. Domingos e feriados, das 6h às 16h.
Mais informações: (11) 3313-3365 /www.prefeitura.sp.gov.br/abastecimento
Sala São Paulo
Outro local para fazer uma visita monitorada - e vale muito a pena - é a Sala São Paulo. A visita conta a história do edifício que abrigou a antiga estação da Estrada de Ferro Sorocabana no período áureo do café e hoje é sede da Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo.
Os guias abordam sua importância como patrimônio histórico; o processo de restauro e revitalização pelo qual passou no final da década de 90; e o projeto de construção e acústica da Sala São Paulo. Imperdível!
O agendamento pode ser feito por e-mail (visita@osesp.art.br) ou telefone (11 3367 9573, de segunda a sexta, exceto feriados, das 9h às 18h).
Quando: De segunda a sexta, às 13h e às 16h30. Sábados, às 13h30; e domingos, às 13h.
Onde: Praça Júlio Prestes, 16, centro
Quanto: A visita é gratuita aos sábados e domingos. Durante a semana, custa R$ 5 por pessoa

terça-feira, 5 de novembro de 2013

COMIDINHAS EM SAMPA: Z DELI

Casa minúscula no miolo dos Jardins oferece o melhor hambúrguer de SP

LUIZA FECAROTTA
DE SÃO PAULO

Aquela portinha ali no miolo dos Jardins está sempre apinhada de gente. Gente na calçada a esperar uma das raras --raríssimas-- mesas do minúsculo espaço do Z Deli Sanduíches. Do lado de lá do balcão, Julio Raw está a comandar os mais tentadores preparos. Tudo à vista.
  • Pois ele segura a faca, depois de afiá-la e, ao som de um Bob Marley dos anos 1970, finca um garfo de churrasco em um naco de rosbife, a descansar em crosta de ervas e sementes de coentro, mostarda e afins, e se põe a cortá-lo em finas fatias. Depois, elas serão embaladas em um pão rústico, besuntado de maionese caseira, condimentada com alcaparra, picles e dill. Imagina.

Z Deli


Fernanda Frazao/Folhapress
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Sanduíche de tartare de carne do restaurante Z Deli
As pessoas ali são chamadas pelo nome e servidas sem economia. As "fat fries" (meu respeito por batatas fritas chamadas de "gordas"!) passam por duas frituras e chegam crocantes, na companhia de alho e alecrim.
Ainda na dúvida sobre o pedido --um sanduíche ou um hambúrguer?-- e Raw fatia um salmão que marinou por cinco dias em sal e açúcar sob um peso e depois foi embalado a vácuo em uma mistura de sementes. Envolve o peixe em um bagel (cuja receita é segredo da casa e não se arranca por nada) com tomate, cebola e cream cheese.
Mas alguém apoiou um hambúrguer ali no balcão... Alto, rosado, suculento --a olhos vistos. A mistura de carnes, que passa por uma moagem, é da casa: miolo da paleta, acém com osso, pescoço e peito. A gordura, moi-se duas vezes. E aí, meu amigo, é pura alegria. Pura alegria.
MELHOR HAMBÚRGUER + SANDUÍCHE (JÚRI)

Z Deli Sanduíches
O conceito bastante em voga de "delis" nova iorquinos define o ambiente pequeno, simpático e aconchegante. Ali são produzidos sanduíches muito bem montados e com boas combinações, como o de pastrami (carne curada), no pão escuro, besuntado por molho de mostarda da casa, que leva picles e queijo prato.Tipo de local: Sanduíches

Z Deli Sanduíches

R. Haddock Lobo, 1.386 - Cerqueira César - Oeste. Telefone: 3083-0021.
Aceita os cartões Amex, Diners, Hipercard, MasterCard, Visa. 

Não tem som digital. Aceita cheques. Não faz entrega em domicílio. Não aceita reservas. Não tem ar-condicionado. Não tem mesas ao ar livre. Proibido fumar. 14 lugares.

COMIDINHAS SAMPA: O MELHOR BEIRUTE

Melhor beirute de SP é perfeito: com pão torradinho e queijo derretido

TETÉ RIBEIRO
DE SÃO PAULO
Comer um beirute no Frevinho é um dos programas paulistanos mais agradáveis. Primeiro porque a lanchonete está em três endereços estratégicos: na rua Oscar Freire, quase esquina com a Augusta. Na rua Augusta, pertinho do Espaço Itaú de Cinema. E, por fim, no shopping Iguatemi, um dos mais luxuosos da cidade, em que a simples presença da lanchonete faz o lugar todo ficar mais simpático.

Frevo

Patricia Araujo/Folhapress
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Opção de beirute do Frevo
Fora isso, há a extrema paulicidade de estar no meio da metrópole, mas pensando em praia. A decoração das três unidades tem bancos e balcão vermelhos, azulejos amarelos, esculturas de palha de gente dançando frevo (daí o nome), e pôsteres de praia por trás de quadros que lembram janelas. Na unidade da Oscar Freire, a matriz, a sensação é de estar do lado de fora de um bar pé na areia. Com alguma boa vontade, é verdade, mas de qualquer maneira é bom imaginar que os donos fizeram essa gentileza para os paulistanos.
Quanto ao beirute, é perfeito. Sai em poucos minutos, com pão torradinho, queijo derretido (e a dica: peça com tomates verdes, aumentam o sabor e a crocância do sanduíche) e maionese abundante. O míni beirute é a minha pedida, tem mais ou menos ¾ do tamanho de um normal, mata 100% da fome e ainda deixa espaço para um quindim.

segunda-feira, 21 de outubro de 2013

BAR EM SAMPA




Riviera: o já famoso bar de Alex Atala e Facundo Guerra

GASTROLANDIA

Royal: queijo, rosbife, tomate e picles de pepino. Excelente
Um dos bares mais icônicos de São Paulo, o Riviera, foi aberto em 1949 por Ignacio Maniscalco, no térreo do edifício Anchieta, no último centímetro da Avenida Paulista. Por décadas atraiu toda sorte de frequentadores (elite do café, professores, estudantes, esquerdistas na época da ditadura…) até que definhou e caiu no abandono. Há cerca de um mês voltou a vida: depois de longa obra, os sócios Alex Atala e Facundo Guerra (sócio do Club Yacht e Cine Joia) reviveram o Riviera. E apesar de renascido há pouco tempo, já se tornou um sucesso. Não sem mérito: o ambiente é bonito e agradabilíssimo, a comida é boa e os drinques, bem feitos.

Para as moças, Kir Royal

O salão principal do Riviera
Apesar de investir em shows noturnos – como Tiê e Riviera Jazz Band-, com curadoria de Facundo, o Riviera não se limita ao horário. Pelo contrário: abre todos os dias às 12hs e fecha depois da meia noite. Isso tem razão de ser: um dos principais atrativos por ali é a comida, concebida por Atala e executada por Luciano Nardelli (ex-DOM), especialmente durante o almoço que dura até às 16hs em sistema de menu executivo (bufê de saladas, R$ 35; grelhados, R$ 9; guarnições, R$ 6) ou à la carte. Acho que o la carte vale bem mais a pena já que os preços do Riviera não são altos – pelo contrário, são bem ‘controlados’.

Maria Mole. Manda 10!
O menu é grande e variado:  mandioca frita (R$ 19), tremoço (R$ 9), ceviche (R$ 25), Salada Riviera (tomate caqui, palmito, folhas e rabanete, R$ 21), Empada Juvenal (de palmito pupunha, acompanhada por salada de rúcula e abóbora assada, R$ 29), excelente Bruschetta da nona (queijo de cabra, escarola, cebola roxa, passas e amendoim, R$ 26), o bem apessoado Parmegiana com fritas (R$ 36) que reinava nas mesas ao meu lado, Steak Tartare com salada ou fritas (R$ 32)…. O estrogonofe (R$ 32) estava ok, mas realmente fez falta a crocância dada pelas fritas ou batata palha, item que não o acompanha.

Bruschetta da nona (queijo de cabra, escarola, cebola roxa, passas e amendoim)

Criado por Jean Ponce, o Terra da Garoa leva cachaça Serra das Almas envelhecida, mel de flor de laranjeira, gengibre, hortelã, capim santo, vinagre de cana e limão tahiti
Do que provei, gostei especialmente do simples e ótimo Royal, sanduíche montado em  bom pão de forma e recheado com queijo, rosbife, tomate e picles de pepino (R$ 28). Grandão, dá tranquilamente para dividir. Entre os sandubas há ainda o Burger do Riviera (Gruyere, cebola roxa, tomate, rúcula e burger de 150 gramas, R$ 29) e o Lancha (filé a milanesa com tomate e rúcula, R$ 29).

Bar do Riviera – aberto o dia todo- e a escada que leva ao salão principal

Estrogonofe
Um terreno a ser bem explorado é a coquetelaria, sob comando do talentoso Jean Ponce. Pródiga em opções, a carta de drinques traz criações como o Terra da Garoa (cachaça Serra das Almas envelhecida, mel de flor de laranjeira, gengibre, hortelã, capim santo, vinagre de cana e limão tahiti, R$ 19) – agradável porém sem traço da picância do gengibre – e o Inácio(cachaça, Cointreau, mix de couve com limão, laranja, gengibre, hortelã, R$ 21). Clássicos de boteco vem em roupagem elegante, como o ótimo Maria Mole  (conhaque Fundador, vermouth branco, angostura, suco de limão siciliano, R$ 15) e o Rabo de Galo (cachaça Serra das Almas e Carpano, R$ 17).

Torta Riviera: nela, camadas de finos crepes são intercaladas com chantilly e acompanhadas por excelente laranja em calda
Para adoçar, prove a aerada e bela Torta Riviera: nela, camadas de finos crepes são intercaladas com chantilly e acompanhadas por laranja em calda (R$ 14). Para os saudosistas, rola creme de papaia com cassis (R$ 16) e Vaca Preta (R$ 16).
Se tem algo ainda enroscado por lá é o serviço:  quando solicitei um Royal, apontando para a área de sanduíches do menu, me serviram um Kir Royal (espumante seco e licor de cassis, R$ 24), drinque do qual não sou nada fã. Mas já que estava ali, tomei… Desperdício pra quê, né? :)
Riviera: Avenida Paulista, 2584, tel.: 3231-3705