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Vestidos de Noivas 2012(DO BLOG MODA COM CAFÉ) Saias com volumes : Vestidos em outras cores: ...
terça-feira, 2 de abril de 2013
segunda-feira, 1 de abril de 2013
TEXTO: MAITE PROENÇA
Não se pode dormir tranquila
Acabo
de comprar, chego em casa, olho bem, coloco em frente do corpo,
experimento de novo. Magnífico. Dia seguinte, antes que tenha a
oportunidade de usar, percebo minha filha, vinte e um anos,
esplendidamente embrulhada no próprio; e como lhe cai bem. De noite
provo a peça pra confirmar a impressão que senti ao adquiri-la, porque,
depois de ver Maria gingando a figura dentro dele, pareceu-me outro
vestido.
De frente pro espelho compreendo que
aquilo não funciona pros meus contornos. Mas se ontem parecia tão
perfeito… É assim mesmo, acontece durante a noite, enquanto dormimos;
pedaços de carne, gorduras inescrupulosas, pequenos depósitos molengas,
disformes, se colam ao corpo, sem que tenhamos feito nada pra adquirir
tais excessos. De uns tempos pra cá ficou perigoso dormir. Não tem a ver
com comida, nem com o vinho do jantar, ou o suflê de chocolate q provei
pra tirar o salgado da boca, sempre fiz disso e sem consequências.
Agora mudou. E se pra você ainda não aconteceu, se está pensando que
isso não lhe diz respeito, não se anime, mudará. Minha cintura que já
foi de pilão está igual a de uma canguru que assisti ontem saltitando
pesadamente no Animal Planet, e a cada semana me cresce mais um
marsupialzinho na circunferência. Com o bumbum rola o mesmo, até mais
grave. O stretch dos jeans não dá conta, a saia não abotoa. Se ao menos
compreendesse a causa desses súbitos acréscimos. A ginástica, o pilates,
a ioga, a corrida, que sempre me reequilibraram quando a balança
acendia o alerta, de nada servem com os volumes de agora; estas
sedimentações noturnas não respondem ao exercício físico. A coisa se
fixa nas sombras, num descuido da gente, acontece quando menos se
espera e nada tem a ver com as inofensivas gordurinhas de outrora. Ouvi
falar de uma lipo – último grito – com infiltração de poderoso líquido
encolhedor da pele aplicado logo após a sucção, que dizem fazer
milagres. Em magras com sobras some tudo, contou a amiga que
experimentou. O colateral é que a fulana está há meses curvada,
praticando dolorosíssimas sessões de fisioterapia pra conseguir voltar a
sua posição ereta de origem. Agora…, funcionou, a barriga dela está
côncava como a de um cão de rua. Não. Não tenho tempo nem disposição,
haverá outra maneira? Qual? Além do ‘dane-se’ (não atingi tanta
sabedoria), alguém sabe uma dica que permita seguir a rotina de forma
minimamente funcional?
A solução que me ocorre é o disfarce.
Nesses trópicos escaldantes não dá pra apelar para a burca nem o chador
(sua versão mais arejada), mas querendo – e aí mora o perigo – pode-se
desviar o foco daquilo que já não encanta, pra setores menos arriscados.
Certas partes do corpo, que num passado recente fizeram a alegria da
moçada, atenção, não fazem mais! A dignidade impõe uma mudança de
estilo. Para escolher o novo modelo é imperativo manter o olho aberto,
aguçar o senso crítico, e provar uma pitada de resignação. Certos
artigos já não prestam serviço; camiseta justa, saia mini, vestidinho
evasé e blusa de manga bufante, melhor evitar. No setor comportamental,
jogar o cabelão pra lá e pra cá também não contribui. Se não consegue
abolir o trejeito, corte o cabelo, é mais seguro.
Pra quem tem a sorte de viver com uma
filha de vinte pela casa, use-a, serve como medidor de ridículo. Não
fossem os comentários (como se tornaram tão repressoras essas
crianças?), basta a criatura vestir qualquer item de meu armário, e, no
ir e vir da bela figura, compreendo pelo avesso, não só de roupas, mas
inclusive, e sobretudo, quais as peças a serem retiradas das prateleiras
do comportamento. Na saúde, na doença, na alegria e na dor, assim como
com o gestual dos cabelos, com a veste emocional também, há o que dá bom
ou mal caimento em cada fase da vida. Mas isso, você há de entender, é
conversa comprida, enroscada demais pra esse texto que me pediram leve.
Vamos ter que deixar pra outros dedos de prosa.
VOCÊ JÁ FOI AO MAR?
Você já foi ao MAR?
Na sexta-feira dia 1 de março foi a inauguração do MAR, Museu de Arte do Rio.
Situado na região portuária do Rio de
Janeiro, na Praça Mauá, o Museu foi concebido pelo escritório de
arquitetura carioca Bernardes + Jacobsen. O projeto consiste na união de
dois prédios vizinhos com perfis distintos: O Palacete de Dom João VI e
um edifício em estilo modernista
As duas construções somam 15 mil metros quadrados, sendo 2.400 distribuídos em 8 salas de exposições, divididas em quatro andares.
O Museu também abriga a Escola do Olhar, que tem como missão inscrever a arte no ensino público.
Eu tive o privilégio de fazer uma visita na companhia do curador Paulo Herkenhoff que nos guiou pelas 4 salas de exposições, sendo elas:
Rio de Imagens – uma paisagem em construção
Esta exposição proporciona ao visitante uma viagem ao Rio de Janeiro através de uma iconografia carioca que vai do século 19 até os dias de hoje.Através de esculturas, vídeos, pinturas, gravuras, desenhos e cartografia de diversos artistas como: Burle Max, Castanhedo, Di Cavalcanti, Goeldi, Iberê Camargo, Ismael Nery, Tarsila do Amaral, Taunay e muitos outros, assim como uma representação contemporânea.
Félix Émile Taunay | Baía de Guanabara vista da Ilha das Cobras, c.1828
Ismael Nery | Rio de Janeiro, 1926
O Colecionador – arte brasileira e internacional na Coleção Boghici.
A exposição nos possibilita passear por diversos movimentos artísticos emblemáticos a partir da famosa semana de 1922.Jean Boghici foi fundador de uma das primeiras galerias de arte do Rio de Janeiro. Em 1961 nasceu a Relevo, onde ele teve a oportunidade de expor artistas nacionais e internacionais.
A mostra inclui 150 obras dos mais variados artistas, desde Fontana, Calder, Max Bill, Morandi, Kandinsky e outros internacionais até brasileiros como Di Cavalcanti, Tarsila do Amaral, Maria Martins, Guignard e uma infinidade de outros.
Tarsila do Amaral | Sol poente, 1929
Maria Martins | Sem éco, 1943
Vontade Construtiva na Coleção Fadel
Uma das mais importantes coleções do País, a Coleção Fadel mostrada no Museu traça um passeio pelo modernismo e construtivismo no Brasil e traz obras importantes da geometria da década de 1950.Artistas como Antonio Dias, Vieira da Silva, Lygia Clark, Waltércio Caldas, Hélio Oiticica, Willys de Castro, Sérgio Camargo, Ivan Serpa, Geraldo de Barros e muitos outros tem uma magnífica representação nesta estupenda mostra.
Geraldo de Barros | Composição, 1955
Ivan Ferreira Serpa | Pintura nº 97, 1957
O Abrigo e o Terreno – arte e sociedade no Brasil (1)
A exposição traz a inauguração do projeto Arte e sociedade no Brasil, que irá tratar da atuação da arte nas relações sociais.Nesta mostra as questões urbanísticas, os conflitos sociais e culturais estão presentes, assim como as ocupações da Prestes Maia em SP e o projeto de urbanização da favela Bras de Pina.
Na programação desta mostra também está planejado a realização de debates, palestras e publicações.
Bispo do Rosário | Carrinho para azulejos, s.d.
Marcio Almeida | Entre o novo e o nada, 2006
Projeto Morrinho? | Imagens da construção do Morrinho e seus participantes, 2007
PRETO E BRANCO
Preto e Branco
NARIZARREBITADO
A
clássica dupla preto e branco segue firme nas ruas e nas passarelas,
porém sendo usada na mesma peça com inspirações geométricas e gráficas.
Podem apostar!
Podem apostar!
Olivia Palermo - preto e branco animal print
As calças com listras verticais já estão em diversas coleções e vitrines.
O blazer listrado já é peça desejo!
Imagens:
whowhatwear, Vogue, Atlantic-Pacific,Thássia Naves, LovelyPepa. Algumas
imagens foram retiradas do Google sem referência dos direitos autorais.
DO THE GREEN THING
| Have (green) fun! | ||
| DO THE GREEN THING | ||
RADAR55
No mundo inteiro só se fala em viver uma vida mais verde – que bom! Melhor ainda quando o habitual tom alarmista do tema é tratado de um jeito divertido. Pois bem, assim é o site Do the Green Thing. A idéia é simples: eles sugerem que, a cada mês, cada um de nós adote uma determinada “atitude verde” comum. Um exemplo: andar a pé - e deixar o carro sossegado na garagem. Não é nenhuma novidade, mas a maneira que criaram para convencer o leitor a adotar tais comportamentos é que faz a diferença. Adoramos a campanha Faça a Coisa Verde: 23 Pôsteres, em que 23 designers e artistas bacanas do mundo todo criaram sua arte em apoio à Hora do Planeta, celebrada em 23 de março. O máximo. No site ainda há frases irônicas como “Because walking is the new driving. I read it in Cosmo” e várias ilustrações de bonecos de massinha. Perfeito para aderir ao green style da forma mais deliciosa do mundo!
DOTHEGREENTHING, FAÇA A COISA VERDE!
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